"Toda a sociedade que não é esclarecida por filósofos é enganada por charlatães" in Concorcet (1793)

sexta-feira, dezembro 30, 2005

Reflexão n.º 5

O amor ou a paixão é mto bonito mas qdo um está dependente do outro é uma ditadura.

domingo, dezembro 11, 2005

Abaixo os tecnocratas !!!


Sim é para ti "Acabado"...

Revista Cultural: "Dear Chasey Lain"


É com algum contentamento timorense (imaginem um timorense a dizer "estou muito contente" e perceberam do que eu estou a falar), que abro aqui no blog, um novo espaço de divulgação cultural. Espaço este, que incidirá sobre temáticas relacionadas com música, cinema, pintura, biografias, etc... E para isso achei o ideal para o começo, nada mais, do que a mítica música do Boodhound Gang "The Ballad of Chasey Lain". Chasey Lain, notablizou-se na área da pornografia como uma das melhores do seu ramo. Poderia indicar aqui vários atributos para esse efeito, mas as fotos e a letra da música valem mais que mil palavras. O vocalista do grupo, decidiu explicitar a sua frustração de como acérrimo fã da actriz, ela nunca ter respondido a nenhuma das suas cartas, faz-o genialmente nesta música. No aspecto estritamente melódico, nota-se claramente as influências de Faith No More e King Missile, principalmente nos riffs e nas diversas percurssões da música. O tom um pouco sarcástico e irónico nas suas lyrics, poderia indiciar uma clara inspiração a alguns comediantes americanos como Andy Kaufman, mas a atitude é de Beastie Boys.


The Ballad of Chasey Laine

Dear chasey lain
I wrote to explain
I’m your biggest fan
I just wanted to ask
Could I eat your ass?
Write back as soon as you can

You’ve had a lotta dick
Had a lotta dick
I’ve had a lotta time
Had a lotta time
You’ve had a lotta dick chasey
But you ain’t had mine

(Refrão)

Dear chasey lain
I wrote to complain
Ya never wrote me back
How could I ever eat
Your ass when ya treat
Your biggest fan like that?

(Refrão)

Dear chasey lain
I wrote to constrain
This letter is my last
As your biggest fan
I must demand
You let me eat your ass

(Refrão)

P.s.
Mom and dad this is chasey
Chasey this is my mom and dad
Now show ¡®em them titties
Now show ¡®em them titties
P.s.
Mom and dad this is chasey
Chasey this is my mom and dad
Now show ¡®em them titties
Now show ¡®em them titties

Would ya fuck me for blow?

Reflexão n.º 4

Há quem diga que é isto e aquilo, uma pessoa só não é verdadeira para os outros quando tem realmente alguma coisa a esconder.

quinta-feira, dezembro 08, 2005

A eterna questão da monogamia nas sociedades ocidentais! (Part 2)

Retomando o nossa espécie ou tentativa de tese sobre esta problemática que aflige a Humanidade mais do que ela pensa. Cabe fazer o chamado ponto de situação, uma espécie de sintese à boa moda Hegeliana: os seres humanos na sua maioria são incapazes de serem monogâmicos por natureza (por via da ciência, do seu instinto e da sua função para que foi designado; procriar que nem coelhos...então como é que se explica que a população cresceu 5 vezes num século, devem tar a pensar que foi só com melhores condições de vida...) Então muitos estarão mais do que reflectir, a coçar os piolhos que têm no sua cabeça (se é que exista!?), e a pensaram "ah e tal" o que fazer para minorar a situação, e isto não se tornar numa anarquia sexual e prosmicuidade à escala mundial (que já o é). Eu tenho, umas soluções, vá lá uma espécie de receita sociológica, para a manutenção de relações monogâmicas duradouras. Exceptuando aquele grupo de pessoas que eu referi no Part 1 (da nossa temática em questão), que nunca conseguem atingir o ponto de saciedade com o seu parceiro ou como queiram chamar; ou ainda aqueles que se submetem, mas verdadeiramente, ao celibato de serem fiéis a uma só pessoa por motivos éticos fortíssimos, e por outras convicções da mesma ordem ou diversa, mas com o mesmo entusiasmo e fidelidade. Antes, de começar a enumerar o que eu penso que será uma descoberta para cada um. Convém dizer, para não pensarem que sou um conservador hipócrita, eu defendo a liberdade de cada um fazer o que quiser com a sua vida, neste aspecto mais incidida sobre a sua vida íntima (ou seja a troca de fluídos e químicos sobre múltiplas formas), até porque um dos corolários da minha vida sempre foi o combate contra a segregação sexual nas nossas sociedades.
Considerações prévias são necessárias. Não estou aqui querer criar nenhuma(s) espécie(s) de lei (s) humana(s) (como fazia Santo Agostinho, Ulpiano, entre outros...), mas convictamente neste momento ich denke (eu penso para quem não é poliglota) que uma pessoa que mantêm uma relação mongâmica duradoura com uma pessoa, e que não ambicione a estar sexualmente com outra ou outras, arrisca-se a ser encornada. Primeiro Pressuposto: quem não quer encornar outrém arrisca-se a ser enconcornado. Com base nisto, vem outro. Segundo Pressuposto: quem encorna, só gosta de o fazer (o principio hedonístico patente aqui), se o outro pensar que não encornas. Fazendo uma espécie de cocktail de tudo o que foi escrito até agora, estamos em plenas condições de anunciar, na minha óptica, o produto deste cocktail. Aquilo que gosto de chamar As 3 maneiras de manter uma relação monogâmica (num ponto de vista realista, não me tá apetecer falar sobre o idealista), e elas são passo a enumerar o bluff, a teoria do Pai Natal e o ensaio sobre a Hillary Clinton.
No primeiro caso, o bluff, é típico de um determinado companheiro (a) instigar no outro dúvidas de infidelidade, ou vice-versa, provocando sempre para o receptor da mensagem uma espécie de dúvida que o possibilite dar mais atenção e cuidado à pessoa que fez o bluff. Dito de outra forma, o bluff, sendo uma mentira, é utilizado para fomentar uma espécie de materialização virtual para o seu destinatário, duma hipotética possibilidade de este o perder (ou a perder), relacionado aqui de certa maneira com o sentimento de posse. E impõe no destinatário uma espécie de reacção imunitária obrigando-o a fazer o que o outro tem necessidade de fazer ou sentir, etc...
A teoria do Pai Natal, é o frequente caso de um parceiro (a) fazer acreditar no outro, que o primeiro(a) é incapaz de lhe ser infiel, o que é mentira. Não só o parceiro preveridicador não o trai e é infiel até com vários outros parceiros extra-conjugais (ou seja, fora da relação monogâmica em questão), como quer fazer acreditar no outro que é fiel até o naive Santa Claus Believer, deixar de o acreditar (o chamado corno manso ou activo, sem conhecimento não voluntariemente). Curiosamente, o que trai só o faz até ao conhecimento do outro. Consequentemente, poderá tornar-se um ciclo vicioso, ou seja, a descoberta da traição do corno sem conhecimento (vamos chamá-lo assim), poderá resultar ou não numa separação do dito casal. Se não resultar, o parceiro que anteriormente prevericou vai continuar a fazer, daí eu chamar, uma espécie de ciclo vicioso.
Por último, o ensaio sobre a Hillary Clinton, que é sobejamente conhecido internacionalmente como um caso de corno manso com conhecimento, muitas vezes, voluntário por não querer perder o seu parceiro. Ou seja, de não querer socialmente perder a sua suposta relação monogâmica e de sentimento de posse, e nisto admitir traições extra-conjugais, como uma situação normal. Por outras palavras, o prejuízo de ter determinado parceiro(a) andar com outro(s) é inferior (se não mesmo muito inferior) à perda da relação entre este.
Concluíndo, a minha precepção é que a maioria das pessoas opta pela teoria do Pai natal, sendo que o ensaio sobre a Hillary Clinto tem vindo a criar na sociedade culturalmente monogâmica, uma aproximação à poligamia controlada ou consentida. Convém, dizer que o bluff, é uma forma mais ou menos eficaz de evitar as outras maneiras, mas na minha opinião os que a seguem não são a maioria.

Posso dizer que estive lá e vi fazerem história !


O Benfica ganhou ao Manchester United no dia 7 de Dezembro de 2005, para mais tarde recordar...

terça-feira, dezembro 06, 2005

A eterna questão da monogamia nas sociedades ocidentais! (Part 1)

Olá marinheiros, que não têm mais que fazer se não roçarem-se num mastro qualquer, e fêmeas com cio que só querem um cão que lhes mostre o el dorado (a chamada "chuva dourada"). Venho por este meio publicitar, e até, de certa forma partilhar alguma da minha genialidade, com vocês meus fodilhões e cornudos! Ora a questão da monogamia na nosso mundo tem tido algum interesse científico (não digo isto por ter lido alguma coisa de algum cientista social, físico ou outro...), na medida em que, se considerarmos (como consideram alguns ilustres profissionais do meio National Geopgraphic, Discovery Channel...entre outros) o pombo como o único animal na Terra a ser monogâmico; numa primeira abordagem podemos concluir ou começar a explicar a impossibilidade de o ser humano (heterosexual, "bicha", eunuco, ou trans) para o ser nas chamadas relações humanas sedentárias de média ou longa duração de movimentos pélvicos e polegares. O mesmo será dizer: relações monogâmicas estáveis e duradouras, mais conhecidas pelas instituições casamento, união de facto, ou namoro. Tendo feito um trabalho intelectual interior, apoiado em experimentações ímpiricas, especulativas, científicas ou até mesmo amorosas, no sentido de reflectir o sentimento generalizado o porquê das pessoas partirem para esee tipo de relações. As respostas desvendadas foram várias. O nosso ilustre jogador de bilhar de bolso, já deve ter chegado a algumas conclusões: primeira sentimento de posse, desejo, paixão, amor, necessidade de se integrar numa sociedade em que despreza a solidão, desgaste da mão (ou das mãos) por movimentos crescentes e decrescentes, dinheiro gasto em pilhas (vocês sabem do qu eu estou a falar suas mulas); ou então aquelas ainda mais materialista, ascender a determinada classe social, ganhar dinheiro, poder, etc...penetra. Em todas as conclusões que cheguei, achei um denominador comum para vários numeradores (que previamente explicitem ainda há pouco na linha anterior...seu coelho com mente de noz) o principio da felicidade, ou hedonístico que tem como base o prazer...se pensarem bem seus orangotangos que só pensam no fandango, vão achar que por uma razão ou outra este denominador corresponde. Enquanto vou escrevendo arranjo milhões explicações para dissertação desta teoria...vou seguir aquelas que considero mais importantes. Ora se as pessoas têm relações pelas respostas que eu disse, apoiadas num denominador comum (o prazer) haverá muitas que chegaram a um ponto de saciedade por mais nobres atitudes que tenham para a sua cara metade (ou puta que utilizam para despejar os colhões, ou para as ratas que querem saciar as suas comichões elásticas), neste caso...estou a pensar no amor...existe uma explicação da ciência económica para afirmar que à medida em que determinado ser atinge o seu ponto de saciedade por via do prazer expectante dado e recebido pelo o seu parceiro...tudo o que ultrapasse este dito ponto só significará uma estagnação deste prazer, ou até mesmo em muitos casos uma diminuição significativa deste. Chegando aqui, é muito díficil apoiar um relação monogâmica entre seres humanos, até pelas razões instintivas e animalescas próprias da criação do mesmo para efeitos de reprodução; que tem como base, lá está, o principio do prazer, ou seja o sexo ou coito. Possivelmente, o pigméu leitor, chegará depressa a uma conclusão lógica e verossímil que é natural que se exija à Humanidade, que seja monogâmica apoiada exclusivamente em pretensões culturais (no nosso caso judaico-cristã) é uma impossibilidade como os meninos da National Geographic o determinam todas as semanas nos seus programas e revistas. E agora o que fazer? será que a relação qu eu tenho é finita no espaço tempo da minha vida? serei eu capaz de amar verdadeiramente sem querer outros parceiros? Todas estas questões são legítimas para todos...mas seguindo aquela máxima de todos diferentes todos iguais chegamos a outra conclusão de que dependendo das pessoas o ponto de saciedade poderá nunca se atingir e por este facto as pessoas manterem relações monogâmicas eternas, ou então seguir os seus principios e sentimentos por outrém de uma forma fundamentalista sem querer ceder ao físico e instinto do corpo....(to be continued)