A eterna questão da monogamia nas sociedades ocidentais! (Part 1)
Olá marinheiros, que não têm mais que fazer se não roçarem-se num mastro qualquer, e fêmeas com cio que só querem um cão que lhes mostre o el dorado (a chamada "chuva dourada"). Venho por este meio publicitar, e até, de certa forma partilhar alguma da minha genialidade, com vocês meus fodilhões e cornudos! Ora a questão da monogamia na nosso mundo tem tido algum interesse científico (não digo isto por ter lido alguma coisa de algum cientista social, físico ou outro...), na medida em que, se considerarmos (como consideram alguns ilustres profissionais do meio National Geopgraphic, Discovery Channel...entre outros) o pombo como o único animal na Terra a ser monogâmico; numa primeira abordagem podemos concluir ou começar a explicar a impossibilidade de o ser humano (heterosexual, "bicha", eunuco, ou trans) para o ser nas chamadas relações humanas sedentárias de média ou longa duração de movimentos pélvicos e polegares. O mesmo será dizer: relações monogâmicas estáveis e duradouras, mais conhecidas pelas instituições casamento, união de facto, ou namoro. Tendo feito um trabalho intelectual interior, apoiado em experimentações ímpiricas, especulativas, científicas ou até mesmo amorosas, no sentido de reflectir o sentimento generalizado o porquê das pessoas partirem para esee tipo de relações. As respostas desvendadas foram várias. O nosso ilustre jogador de bilhar de bolso, já deve ter chegado a algumas conclusões: primeira sentimento de posse, desejo, paixão, amor, necessidade de se integrar numa sociedade em que despreza a solidão, desgaste da mão (ou das mãos) por movimentos crescentes e decrescentes, dinheiro gasto em pilhas (vocês sabem do qu eu estou a falar suas mulas); ou então aquelas ainda mais materialista, ascender a determinada classe social, ganhar dinheiro, poder, etc...penetra. Em todas as conclusões que cheguei, achei um denominador comum para vários numeradores (que previamente explicitem ainda há pouco na linha anterior...seu coelho com mente de noz) o principio da felicidade, ou hedonístico que tem como base o prazer...se pensarem bem seus orangotangos que só pensam no fandango, vão achar que por uma razão ou outra este denominador corresponde. Enquanto vou escrevendo arranjo milhões explicações para dissertação desta teoria...vou seguir aquelas que considero mais importantes. Ora se as pessoas têm relações pelas respostas que eu disse, apoiadas num denominador comum (o prazer) haverá muitas que chegaram a um ponto de saciedade por mais nobres atitudes que tenham para a sua cara metade (ou puta que utilizam para despejar os colhões, ou para as ratas que querem saciar as suas comichões elásticas), neste caso...estou a pensar no amor...existe uma explicação da ciência económica para afirmar que à medida em que determinado ser atinge o seu ponto de saciedade por via do prazer expectante dado e recebido pelo o seu parceiro...tudo o que ultrapasse este dito ponto só significará uma estagnação deste prazer, ou até mesmo em muitos casos uma diminuição significativa deste. Chegando aqui, é muito díficil apoiar um relação monogâmica entre seres humanos, até pelas razões instintivas e animalescas próprias da criação do mesmo para efeitos de reprodução; que tem como base, lá está, o principio do prazer, ou seja o sexo ou coito. Possivelmente, o pigméu leitor, chegará depressa a uma conclusão lógica e verossímil que é natural que se exija à Humanidade, que seja monogâmica apoiada exclusivamente em pretensões culturais (no nosso caso judaico-cristã) é uma impossibilidade como os meninos da National Geographic o determinam todas as semanas nos seus programas e revistas. E agora o que fazer? será que a relação qu eu tenho é finita no espaço tempo da minha vida? serei eu capaz de amar verdadeiramente sem querer outros parceiros? Todas estas questões são legítimas para todos...mas seguindo aquela máxima de todos diferentes todos iguais chegamos a outra conclusão de que dependendo das pessoas o ponto de saciedade poderá nunca se atingir e por este facto as pessoas manterem relações monogâmicas eternas, ou então seguir os seus principios e sentimentos por outrém de uma forma fundamentalista sem querer ceder ao físico e instinto do corpo....(to be continued)

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