A eterna questão da monogamia nas sociedades ocidentais! (Part 2)
Retomando o nossa espécie ou tentativa de tese sobre esta problemática que aflige a Humanidade mais do que ela pensa. Cabe fazer o chamado ponto de situação, uma espécie de sintese à boa moda Hegeliana: os seres humanos na sua maioria são incapazes de serem monogâmicos por natureza (por via da ciência, do seu instinto e da sua função para que foi designado; procriar que nem coelhos...então como é que se explica que a população cresceu 5 vezes num século, devem tar a pensar que foi só com melhores condições de vida...) Então muitos estarão mais do que reflectir, a coçar os piolhos que têm no sua cabeça (se é que exista!?), e a pensaram "ah e tal" o que fazer para minorar a situação, e isto não se tornar numa anarquia sexual e prosmicuidade à escala mundial (que já o é). Eu tenho, umas soluções, vá lá uma espécie de receita sociológica, para a manutenção de relações monogâmicas duradouras. Exceptuando aquele grupo de pessoas que eu referi no Part 1 (da nossa temática em questão), que nunca conseguem atingir o ponto de saciedade com o seu parceiro ou como queiram chamar; ou ainda aqueles que se submetem, mas verdadeiramente, ao celibato de serem fiéis a uma só pessoa por motivos éticos fortíssimos, e por outras convicções da mesma ordem ou diversa, mas com o mesmo entusiasmo e fidelidade. Antes, de começar a enumerar o que eu penso que será uma descoberta para cada um. Convém dizer, para não pensarem que sou um conservador hipócrita, eu defendo a liberdade de cada um fazer o que quiser com a sua vida, neste aspecto mais incidida sobre a sua vida íntima (ou seja a troca de fluídos e químicos sobre múltiplas formas), até porque um dos corolários da minha vida sempre foi o combate contra a segregação sexual nas nossas sociedades.
Considerações prévias são necessárias. Não estou aqui querer criar nenhuma(s) espécie(s) de lei (s) humana(s) (como fazia Santo Agostinho, Ulpiano, entre outros...), mas convictamente neste momento ich denke (eu penso para quem não é poliglota) que uma pessoa que mantêm uma relação mongâmica duradoura com uma pessoa, e que não ambicione a estar sexualmente com outra ou outras, arrisca-se a ser encornada. Primeiro Pressuposto: quem não quer encornar outrém arrisca-se a ser enconcornado. Com base nisto, vem outro. Segundo Pressuposto: quem encorna, só gosta de o fazer (o principio hedonístico patente aqui), se o outro pensar que não encornas. Fazendo uma espécie de cocktail de tudo o que foi escrito até agora, estamos em plenas condições de anunciar, na minha óptica, o produto deste cocktail. Aquilo que gosto de chamar As 3 maneiras de manter uma relação monogâmica (num ponto de vista realista, não me tá apetecer falar sobre o idealista), e elas são passo a enumerar o bluff, a teoria do Pai Natal e o ensaio sobre a Hillary Clinton.
No primeiro caso, o bluff, é típico de um determinado companheiro (a) instigar no outro dúvidas de infidelidade, ou vice-versa, provocando sempre para o receptor da mensagem uma espécie de dúvida que o possibilite dar mais atenção e cuidado à pessoa que fez o bluff. Dito de outra forma, o bluff, sendo uma mentira, é utilizado para fomentar uma espécie de materialização virtual para o seu destinatário, duma hipotética possibilidade de este o perder (ou a perder), relacionado aqui de certa maneira com o sentimento de posse. E impõe no destinatário uma espécie de reacção imunitária obrigando-o a fazer o que o outro tem necessidade de fazer ou sentir, etc...
A teoria do Pai Natal, é o frequente caso de um parceiro (a) fazer acreditar no outro, que o primeiro(a) é incapaz de lhe ser infiel, o que é mentira. Não só o parceiro preveridicador não o trai e é infiel até com vários outros parceiros extra-conjugais (ou seja, fora da relação monogâmica em questão), como quer fazer acreditar no outro que é fiel até o naive Santa Claus Believer, deixar de o acreditar (o chamado corno manso ou activo, sem conhecimento não voluntariemente). Curiosamente, o que trai só o faz até ao conhecimento do outro. Consequentemente, poderá tornar-se um ciclo vicioso, ou seja, a descoberta da traição do corno sem conhecimento (vamos chamá-lo assim), poderá resultar ou não numa separação do dito casal. Se não resultar, o parceiro que anteriormente prevericou vai continuar a fazer, daí eu chamar, uma espécie de ciclo vicioso.
Por último, o ensaio sobre a Hillary Clinton, que é sobejamente conhecido internacionalmente como um caso de corno manso com conhecimento, muitas vezes, voluntário por não querer perder o seu parceiro. Ou seja, de não querer socialmente perder a sua suposta relação monogâmica e de sentimento de posse, e nisto admitir traições extra-conjugais, como uma situação normal. Por outras palavras, o prejuízo de ter determinado parceiro(a) andar com outro(s) é inferior (se não mesmo muito inferior) à perda da relação entre este.
Concluíndo, a minha precepção é que a maioria das pessoas opta pela teoria do Pai natal, sendo que o ensaio sobre a Hillary Clinto tem vindo a criar na sociedade culturalmente monogâmica, uma aproximação à poligamia controlada ou consentida. Convém, dizer que o bluff, é uma forma mais ou menos eficaz de evitar as outras maneiras, mas na minha opinião os que a seguem não são a maioria.
Considerações prévias são necessárias. Não estou aqui querer criar nenhuma(s) espécie(s) de lei (s) humana(s) (como fazia Santo Agostinho, Ulpiano, entre outros...), mas convictamente neste momento ich denke (eu penso para quem não é poliglota) que uma pessoa que mantêm uma relação mongâmica duradoura com uma pessoa, e que não ambicione a estar sexualmente com outra ou outras, arrisca-se a ser encornada. Primeiro Pressuposto: quem não quer encornar outrém arrisca-se a ser enconcornado. Com base nisto, vem outro. Segundo Pressuposto: quem encorna, só gosta de o fazer (o principio hedonístico patente aqui), se o outro pensar que não encornas. Fazendo uma espécie de cocktail de tudo o que foi escrito até agora, estamos em plenas condições de anunciar, na minha óptica, o produto deste cocktail. Aquilo que gosto de chamar As 3 maneiras de manter uma relação monogâmica (num ponto de vista realista, não me tá apetecer falar sobre o idealista), e elas são passo a enumerar o bluff, a teoria do Pai Natal e o ensaio sobre a Hillary Clinton.
No primeiro caso, o bluff, é típico de um determinado companheiro (a) instigar no outro dúvidas de infidelidade, ou vice-versa, provocando sempre para o receptor da mensagem uma espécie de dúvida que o possibilite dar mais atenção e cuidado à pessoa que fez o bluff. Dito de outra forma, o bluff, sendo uma mentira, é utilizado para fomentar uma espécie de materialização virtual para o seu destinatário, duma hipotética possibilidade de este o perder (ou a perder), relacionado aqui de certa maneira com o sentimento de posse. E impõe no destinatário uma espécie de reacção imunitária obrigando-o a fazer o que o outro tem necessidade de fazer ou sentir, etc...
A teoria do Pai Natal, é o frequente caso de um parceiro (a) fazer acreditar no outro, que o primeiro(a) é incapaz de lhe ser infiel, o que é mentira. Não só o parceiro preveridicador não o trai e é infiel até com vários outros parceiros extra-conjugais (ou seja, fora da relação monogâmica em questão), como quer fazer acreditar no outro que é fiel até o naive Santa Claus Believer, deixar de o acreditar (o chamado corno manso ou activo, sem conhecimento não voluntariemente). Curiosamente, o que trai só o faz até ao conhecimento do outro. Consequentemente, poderá tornar-se um ciclo vicioso, ou seja, a descoberta da traição do corno sem conhecimento (vamos chamá-lo assim), poderá resultar ou não numa separação do dito casal. Se não resultar, o parceiro que anteriormente prevericou vai continuar a fazer, daí eu chamar, uma espécie de ciclo vicioso.
Por último, o ensaio sobre a Hillary Clinton, que é sobejamente conhecido internacionalmente como um caso de corno manso com conhecimento, muitas vezes, voluntário por não querer perder o seu parceiro. Ou seja, de não querer socialmente perder a sua suposta relação monogâmica e de sentimento de posse, e nisto admitir traições extra-conjugais, como uma situação normal. Por outras palavras, o prejuízo de ter determinado parceiro(a) andar com outro(s) é inferior (se não mesmo muito inferior) à perda da relação entre este.
Concluíndo, a minha precepção é que a maioria das pessoas opta pela teoria do Pai natal, sendo que o ensaio sobre a Hillary Clinto tem vindo a criar na sociedade culturalmente monogâmica, uma aproximação à poligamia controlada ou consentida. Convém, dizer que o bluff, é uma forma mais ou menos eficaz de evitar as outras maneiras, mas na minha opinião os que a seguem não são a maioria.

<< Home